Nasceu no Rio de Janeiro, em 1926, fez humanidades e curso de filosofia no Seminário de São José. Estreou na literatura ganhando por duas vezes consecutivas o Prêmio Manuel Antônio de Almeida (em 1957 e 1958) com os romances A Verdade de Cada Dia e Tijolo de Segurança. Além de escrever romances Cony trabalhou na imprensa desde 1952, inicialmente no Jornal do Brasil, mais tarde no Correio da Manhã, do qual foi redator, cronista, editorialista e editor.
Depois de várias prisões políticas durante a ditadura militar e de um período no exterior, entrou para o grupo Manchete, no qual lançou a revista Ele e Ela e dirigiu as revistas Desfile e Fatos&Fotos.
Atualmente, é colunista diário da Folha de S.Paulo e comentarista da rádio CBN.
Como diretor da teledramaturgia da Rede Manchete, apresentou os projetos e as sinopses das novelas A Marquesa dos Santos, Dona Beija e Kananga do Japão.
Em 1998, o governo francês, no Salão do Livro, em Paris, condecorou-o com a L'Ordre des Arts et des Lettres.
Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em março de 2000.
Ganhou os seguintes prêmios:
Manuel Antônio de Almeida (em 1956 e 1957)
Jabuti (em 1996, 1998 e 2000)
Livro do Ano (em 1996 e 1998 e 2000)
Prêmio Nacional Nestlé (em 1997)
Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira
de Letras, pelo conjunto de obra, em 1996
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